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Reforma Tributária: Frente da Mineração diz imposto seletivo atrapalha transição energética e combate à fome

Segundo o deputado federal Zé Silva, futura cobrança pode reduzir a competitividade do minério brasileiro

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Frente da Mineração afirma que imposto seletivo atrapalha transição energética e combate à fome • Divulgação

A Frente Mineira de Mineração Sustentável da Câmara dos Deputados vai propor que o imposto seletivo sobre o setor não faça parte da regulamentação da Reforma Tributária. Um estudo feito por tributaristas foi apresentado ontem pelo presidente da frentem o deputado, Zé Silva (Solidariedade-MG). A Reforma Tributária foi aprovada no ano passado e as leis para regulamentar e detalhar as mudanças devem ser elaboradas e votadas até o final do ano. "O setor reagiu, já que o governo criou 19 grupos técnicos e não foi convidado o setor produtivo nem as organizações da sociedade civil. Ele chamou os estados e municípios", reclamou o deputado.

Ainda segundo ele, é incoerente cobrar imposto seletivo da mineração. "É incoerente cobrar imposto sobre mineração por três motivos: o principal deles é que a mineração é a fonte mais importante que vai garantir uma tradição energética que o Brasil quer ser protagonista [...] O presidente também lançou um programa de combate à fome através do G20 e outras organizações que o Brasil está tendo a oportunidade de presidir e é contraditório porque a mineração ela é o principal caminho para reduzir a importação de fertilizantes, adubo e adube que é fundamental para o agro e para produzir mais alimentos e especialmente combater a fome. E quando se fala também de imposto seletivo sobre mineração, é incoerente já que grande parte das nossas exportações são de produtos, são riquezas do nosso solo que é de mineração e nenhum país do mundo exporta impostos", conclui o parlamentar.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

 

 

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