PGR tem 15 dias para decidir se arquiva caso das joias ou denuncia envolvidos; entenda
A PGR precisa decidir entre arquivar o processo, pedir mais investigações ou apresentar denúncia ao STF, podendo ajustar as acusações indicadas pela PF, se for o caso

A Procuradoria Geral da República (PGR), após receber prazo de 15 dias do ministro Alexandre de Moraes (STF), deve se manifestar sobre o inquérito das joias, onde aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro são investigados por suposta venda de presentes no exterior.
Na segunda (8), Moraes levantou o sigilo do relatório da Polícia Federal (PF) e documentos relacionados ao caso. Bolsonaro foi indiciado por apropriação de bem público, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Além do ex-presidente, outras 11 pessoas foram indiciadas no inquérito. São elas:
- Bento Albuquerque - almirante de esquadra e ex-ministro de Minas e Energia;
- Fabio Wajngarten - advogado e ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República;
- Frederick Wassef - advogado do ex-presidente;
- José Roberto Bueno Júnior - militar que enviou ofício para reaver joias;
- Julio Cesar Vieira Gomes - ex-secretário da Receita Federal;
- Marcelo Costa Câmara - ex-assessor do ex-presidente;
- Marcelo da Silva Vieira - chefe do Gabinete de Documentação Histórica da Presidência da República;
- Marcos André dos Santos Soeiro - ex-assessor do Ministério de Minas e Energia;
- Mauro Cesar Barbosa Cid - coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República;
- Mauro Cesar Lourena Cid - pai de Mauro Cid;
- Osmar Crivelatti - ex-assessor de Jair Bolsonaro
Jornalista com trajetória na cobertura dos Três Poderes. Formada pelo Centro Universitário e Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), atuou como editora de política nos jornais O Tempo e Poder360. Foi finalista do Prêmio CNT de Jornalismo em 2025. Atualmente, é coordenadora de conteúdo na Itatiaia na capital federal.



