Padilha reage a sanções dos EUA e defende Mais Médicos: “Saúde e soberania não se negociam”
Após anúncio de sanções a brasileiros ligados ao programa, ministro da Secretaria de Relações Institucionais rebate críticas e diz que iniciativa “salva vidas”

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reagiu às sanções anunciadas nesta quarta-feira (13) pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, contra funcionários e ex-funcionários ligados ao programa Mais Médicos. Entre os alvos, estão o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, e o coordenador da COP30, Alberto Kleiman.
O Mais Médicos foi criado no governo Dilma Rousseff e chegou ao auge em 2015, com 18,2 mil profissionais, 11,4 mil deles cubanos. Cuba decidiu deixar o programa em 2018, após críticas do então presidente eleito Jair Bolsonaro.
Aline Pessanha é jornalista, com Pós-graduação em Marketing e Comunicação Integrada pela FACHA - RJ. Possui passagem pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação, como repórter de TV e de rádio, além de ter sido repórter na Inter TV, afiliada da Rede Globo.



