Os impactos da visita de Lula à Africa para a industria de Minas Gerais
Brasil quer ampliar exportações para continente africano

A expectativa da indústria mineira é que a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Africa tenha resultados positivos para exportação no estado. O principal compromisso do presidente na missão internacional é a participação na reunião da Cúpula da União Africana. O bloco é composto por 54 países e territórios e é o integrante mais novo do G20, grupo presidido pelo Brasil. O presidente também outras agendas com autoridades locais na mesma viagem.
Na leiutura do Palácio do Planalto, desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, o Brasil deixou a África de lado e uma das prioridades a atual gestão é investir nas relações comerciais no continente. De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), o principal parceiro comercial da África é a China, com comércio de US$ 243,3 bilhões, enquanto o Brasil tem um fluxo de US$ 21,3 bilhões. Segundo a APEX, em 2003, o país era o 16º maior fornecedor de produtos e serviços para África, enquanto a China estava em 7º lugar.
Um dos objetivos do governo brasileiro é ampliar as exportações. Açúcar, milho, carne bovina, de aves e minério de ferro estão entre os produtos que o Brasil mais exporta para o continente africano.
Minas Gerais
Para a indústria mineira, segundo apuração da coluna, as perspectivas são positivas para alimentos em geral inclusive açucar, carne, milho, soja e derivados. Ainda segundo representantes dos industriais mineiros, a possibilidade de oferta de servicos de engenharia, construção, tecnologia e servicos de desenvolvimento agrícola é animadora.
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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



