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Ministra Anielle Franco revela resposta brutal de PM ao chegar onde Marielle foi assassinada

Assassinos da vereadora começam a ser julgados nesta quarta-feira (30); Anielle Franco, relembrou o dia da morte da irmã, que aconteceu em 14 de março de 2018, em entrevista a um podcast

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Ministra Anielle Franco
Ministra Anielle Franco • Divulgação

Os assassinos confessos da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes estão sendo julgados a partir desta quarta-feira (30), no 4º Tribunal do Júri do Rio. Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz podem pegar até 84 anos de prisão.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, relembrou o dia da morte da irmã, que aconteceu em 14 de março de 2018, em entrevista ao podcast O Assunto. "Pego o carro, saio e vou ao local do crime. Consigo chegar relativamente perto e ver a mão da minha irmã para o lado de fora do carro com o rosto e a cabeça bem desconfigurados. Não me deixam chegar perto", relatou ela.

Anielle relembra ainda a resposta brutal que recebeu da polícia ao perguntar se a irmã havia sido vítima de um assalto."Recebi uma resposta muito inusitada que, naquele momento, foi um choque de realidade: 'Não, não está com cara de ter sido um assalto. Também, ela estava falando mal de um monte de gente no Twitter', inclusive da PM", contou ela.

O assassinato da vereadora envolve os seguintes réus:

Os criminosos Lessa e Queiroz, estavam em carro modelo Cobalt prata e seguiram Marielle desde a Casa das Pretas, na Lapa, onde ela participara de um evento em uma distância de cerca de 4 quilômetros. A dupla emparelhou ao lado do veículo onde estava a vereadora e disparou, fugindo sem levar nada.

A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes

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Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), já trabalhou na Record TV e na Rede Minas. Atualmente é repórter multimídia e apresenta o Tá Sabendo no Instagram da Itatiaia.