Belo Horizonte
Itatiaia

Janja relata ter sido assediada duas vezes durante o período como primeira-dama

A primeira-dama não deu detalhes sobre os episódios, mas levantou um questionamento sobre a segurança das mulheres

Por
Janja, primeira-dama do Brasil.
Janja, primeira-dama do Brasil.  • Fernando Frazão | Agência Brasil.

"Se eu, como primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar atento, câmeras e cuidados, fui vítima de assédio, imagina uma mulher no ponto de ônibus às 22h? A gente não tem segurança em lugar nenhum".

— disse.

Na fala que antecedeu a de Janja, os entrevistadores relembraram uma situação de assédio vivida pela presidente do México, Claudia Sheinbaum. Em novembro, um homem foi preso na capital mexicana após tocar e tentar beijar a líder de Estado a poucos metros do palácio presidencial, diante de câmeras e também de seguranças.

A iniciativa foi uma forma de o governo se posicionar diante da escalada de casos de violência de gênero. Dados apontam que quatro mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas no país.

O Pacto reconhece a violência contra meninas e mulheres como uma crise estrutural que exige ações conjuntas entre os três Poderes.

Entre os objetivos estão acelerar o cumprimento de medidas protetivas, fortalecer as redes de enfrentamento à violência em todo o país, ampliar ações educativas e responsabilizar os agressores.

Por

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.