Em Brasília, Fuad tenta acelerar processo de transferência do aeroporto Carlos Prates para PBH
O prefeito de Belo Horizonte planeja construir um conjunto habitacional, com estrutura de saúde, educação e esportes, no local onde funcionava o aeroporto

O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD-MG), tem reuniões em Brasília, nesta quinta-feira (20), para tentar acelerar o processo de transferência do terreno do aeroporto Carlos Prates para a prefeitura de Belo Horizonte. A PBH planeja construir um conjunto habitacional no terreno com moradias de interesse social. A área terá infraestrutura de saúde, esportes e educação.
O fechamento do aeroporto é considerado irrevogável, segundo interlocutores do Governo Federal. No entanto, o movimento pela reabertura reúne a Sociedade Mineira de Engenheiros (SME), a Federação das Industrias de Minas Gerais (FIEMG) e o vereador Bráulio Lara (Novo), que apresentou um Projeto de Lei que altera o zoneamento da cidade e muda a classificação do terreno par Área de Grandes Econômicos (Agees). A proposta impediria a construção do conjunto habitacional.
A argumentação para o processo de reabertura do aeroporto, que foi fechado neste ano, é que o Carlos Prates é um polo de formação de aviadores e que o fechamento provoca um caos no espaço aéreo de BH. Num abaixo-assinado, 10 mil moradores do entorno pedem a reabertura. O fechamento era reivindicado a anos, também pela população do entorno, por causa dos acidentes na área urbana.
Para agilizar a execução do plano habitacional, a PBH vai solicitar ao Governo Federal a transferência rápida do terreno.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



