COP 30: Renan Santos chama capital do Pará de ‘Belémgladesh’ e critica evento
Ele criticou o que chamou de falta de estrutura do evento, além da ausência de lideranças globais durante a conferência

Pré-candidato à Presidência da República e presidente do recém-criado partido Missão, Renan Santos afirmou, em entrevista à Itatiaia, que a COP 30 foi um “sucesso” por ter fracassado em seus objetivos principais. Ele criticou o que chamou de falta de estrutura do evento, além da ausência de lideranças globais durante a conferência.
“Foi uma desgraça o evento, em termos de prestígio. Agora, para o Brasil, o evento foi um sucesso. Como assim? Se o evento tivesse dado certo, a gente teria como resultado a proibição da exploração do petróleo na margem equatorial, e teríamos essas ONGs turbinadas sabotando a agricultura brasileira. O Brasil, às vezes, escreve certo por linhas tortas. Cambaleando igual a um bêbado, uma vergonha internacional, o saldo é que ninguém liga para o que está acontecendo ali”, defendeu.
Questionado sobre as declarações do chanceler alemão Friedrich Merz, que afirmou que a comitiva do país ficou contente em retornar à Alemanha, Renan Santos dobrou a aposta e disse que chegou a ver pessoas que vivem em Bangladesh, país que ele classifica como “um inferno instalado na terra”, falando “muito mal” da organização da COP 30.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.



