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Como a rejeição histórica a Messias para o STF pode impactar nas eleições em MG

Preterido inicialmente por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em prol do Advogado-Geral da União, Rodrigo Pacheco (PSB), que é tido como pré-candidato ao Palácio Tiradentes, passa a ser uma nova peça no jogo político

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O ministro Jorge Messias, da AGU
O ministro Jorge Messias, da AGU • José Cruz/Agência Brasil

A rejeição ao nome de Jorge Messias, no Senado Federal, para o cargo vago no Supremo Tribunal Federal (STF) pode mexer no tabuleiro político em Minas Gerais.

Preterido inicialmente por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em prol do Advogado-Geral da União, Rodrigo Pacheco (PSB), que é tido como pré-candidato ao Palácio Tiradentes, passa a ser uma nova peça no jogo político.

A derrota do escolhido pelo presidente pode levar o senador mineiro a ser indicado para a Alta Corte. Pacheco, que tem melhor trânsito no Senado e chegou a presidir a Casa, vira uma opção para Lula estancar a crise inédita desde a redemocratização – há 132 anos um indicado para o Supremo não é rejeitado no Brasil.

Caso Lula reconsidere e indique Pacheco para o cargo deixado vago por Luís Roberto Barroso na Corte, o vácuo de um palanque para o presidente cresce em Minas Gerais, visto que a principal aposta do PT é convencer o senador a se lançar ao governo.

Há ainda a possibilidade de que o partido lance um nome inexpressivo para compor uma chapa majoritária, ou apoie algum outro candidato de centro ou centro-esquerda no estado.

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