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Brasil vai trabalhar para concretizar entrada da Bolívia no Mercosul

O governo boliviano está em processo de adesão. Fazem parte do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A Venezuela está suspensa.

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Presidente da Bolívia, Luis Arce e presidente do Brasil, Luiz Inácio da Silva
Presidente da Bolívia, Luis Arce, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva • Ricardo Stuckert

O Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou durante discurso de abertura da Cúpula do Mercosul, na Argentina, nesta segunda-feira (3), que vai trabalhar para concretizar adesão da Bolívia ao bloco. De acordo com o diplomata, além de buscar acordos comerciais com países da região, o Brasil tem interesse em ampliar o grupo com adesão de novos Estados da região.

"Neste semestre, retomamos, em conjunto com a Bolívia, os trabalhos do Grupo de Adesão de Novos Estados Partes, que não se reunia desde 2019. Durante a presidência do Brasil, o grupo dará sequência aos trabalhos técnicos para continuar as tarefas previstas no Protocolo de Adesão do Estado Plurinacional da Bolívia ao Mercosul. Quanto ao processo de ratificação do Protocolo, ainda em curso no Brasil, reitero nosso compromisso de atuar positivamente para completar o processo de adesão da Bolívia ao Mercosul", afirmou Vieira.


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O processo de adesão da Bolívia foi iniciado em 2012. A Venezuela está suspensa, por não cumprimento das regras, desde 2016. O Brasil defende a volta dos venezuelanos ao grupo, mas não citou o país no discurso.

O Brasil assume a presidência do bloco nesta terça-feira (4) e fica no comando do grupo pelos próximos seis meses.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.