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Assembleia de Minas reforça a segurança

Instituição declarou “extremo repúdio” aos ataques em Brasília. Ministério Público de Minas também se manifestou sobre os atos.

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Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Assembleia Legislativa de Minas Gerais volta à ativa nesta segunda-feira (2) após recesso parlamentar • Sarah Torres / ALMG

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) divulgou nota oficial neste domingo (8), declarando extremo repúdio ao que chamou de "atos terroristas" e "ataques" ao Congresso, ao Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto. A nota diz, ainda, que "as providências contra esses atos devem ser rápidas, enérgicas e eficientes".

A instituição informou, também, que a segurança no entorno da Assembleia está sendo reforçada, por causa do alerta para invasões a instituições democráticas.

A ALMG finalizou a nota reforçando a importância da democracia e da liberdade.

Ministério Público

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) se posicionou em uma rede social. No texto, disse que as invasões são "uma agressão frontal à liberdade de manifestação ou de expressão" e disse que os responsáveis pelos atos de hoje "devem ser julgados e punidos na forma da lei".

Os ataques

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram os prédios do Congresso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

No fim da tarde, o presidente Lula (PT) decretou intervenção federal no Distrito Federal.

Leia mais:

A Advocacia Geral da União pediu, no início da noite, a prisão de Anderson Torres, ex-secretário de Justiça do DF. Ele foi exonerado do cargo depois dos ataques criminosos em Brasília.

Até agora, pelo menos 150 pessoas já foram presas por participação nos atos.

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