Após ato na Paulista, direita marca nova manifestação para 7 de setembro
Novo encontro de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro será no feriado da Independência; protesto deste domingo contou com ex-presidente, governadores e parlamentares

Em um protesto na Avenida Paulista neste domingo (29), o ex-presidente Jair Bolsonaro reuniu apoiadores em mais uma manifestação contra as decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e em defesa da anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro e aliados voltaram a afirmar que não houve tentativa de golpe e que ele é vítima de perseguição. Um novo ato foi convocado para o feriado de 7 de setembro.
Discursos de apoiadores
O senador Flávio Bolsonaro também discursou e exaltou o pai. “As provas mostram que você, pai, é inocente”, disse. Ele classificou os processos contra o ex-presidente como “uma inquisição” e disse que o Judiciário atua de forma parcial. Flávio criticou o “processo manipulado” e acusou juízes de perseguirem adversários políticos.
Além de Flávio, vários aliados compareceram, como a deputada federal Bia Kicis — que declarou que “golpe nunca existiu” — e o deputado Gustavo Gayer, que relatou que Bolsonaro estava doente em Goiás, mas fez questão de comparecer. “Ele não podia faltar, porque o povo estava esperando”, disse.
O senador Magno Malta atacou diretamente a ministra Cármen Lúcia, chamou Alexandre de Moraes de “ditador da toga” e afirmou: “Já estamos vivendo uma ditadura.” Silas Malafaia também criticou duramente o STF, chamou a direita de “prostituída” e cobrou anistia: “Davi Alcolumbre, Hugo Motta, que conversa fiada é essa?!”
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, foi o único chefe de Executivo estadual presente. Falou em nome dos governadores e defendeu a anistia. Disse que Bolsonaro “transformou o Brasil” e que “o Brasil não aguenta mais o PT”.
O deputado federal Nikolas Ferreira não compareceu por estar em um casamento de família. Já Eduardo Bolsonaro foi citado como “exilado” nos EUA. Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), compareceu ao evento, mas não discursou.
Yuri Cavalieri é jornalista e pós-graduado em política e relações internacionais. Tem mais de 13 anos de experiência em rádio e televisão. É correspondente da Itatiaia em São Paulo. Formado pela Universidade São Judas Tadeu, na capital paulista, começou a carreira na Rádio Bandeirantes, empresa na qual ficou por mais de 8 anos como editor, repórter e apresentador. Ainda no rádio, trabalhou durante 2 anos na CBN, como apurador e repórter. Na TV, passou pela Band duas vezes. Primeiro, como coordenador de Rede para os principais telejornais da emissora, como Jornal da Band, Brasil Urgente e Bora Brasil, e repórter para o Primeiro Jornal. Em sua segunda passagem trabalhou no núcleo de séries e reportagens especiais do Jornal da Band.
Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast 'Abrindo o Jogo', que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.
Graduado em jornalismo e pós graduado em Ciência Política. Foi produtor e chefe de redação na Alvorada FM, além de repórter, âncora e apresentador na Bandnews FM. Finalista dos prêmios de jornalismo CDL e Sebrae.




