Apesar de tentativa da oposição, governo irá manter Luísa Barreto na Codemge
O vice-governador Mateus Simões afirmou que a eventual saída de Luísa Barreto da Codemge dificultaria a adesão de Minas Gerais ao Propag

Apesar de deputados de oposição na Assembleia Legislativa (ALMG) tentarem "barrar" a nomeação de Luísa Barreto (Novo) na presidência da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), o vice-governador Mateus Simões (Novo), afirmou que o cargo da ex-secretária de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) está mantido.
Simões e o governador Romeu Zema (Novo) defendem que Barreto não está infringindo a Lei das Estatais, como alega a oposição, ao assumir a presidência da Codemge. "Não há vedação na lei para que quem concorra ao processo eletivo participe. Há uma vedação para que gestores partidários e mandatários assumam essas funções", disse o vice-governador durante o lançamento do programa Aliança pela Restauração nesta quarta-feira (19).
A representação foi entregue na terça-feira (19) ao presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), Durval Ângelo. Para a Itatiaia, o TCE disse que o pedido está em análise de admissibilidade e, se acolhida, será autuada e distribuída a um conselheiro-relator.
Espero que o tribunal tenha a tranquilidade de fazer uma análise técnica desse pedido e que a oposição perceba que manter a Luísa lá é uma forma de realizar o desejo deles, de adesão ao Propag, de federalização dos nossos ativos
No comunicado, foi destacado que Barreto é "servidora pública de carreira, formada em administração pública e pós-graduada em gestão estratégica".
O governo ainda diz que a ex-secretária tem "conhecimento técnico e profundo compromisso com suas funções junto ao Estado de Minas Gerais".
Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem anterior pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, integra a cobertura da editoria de Política.
Formado em jornalismo pela PUC Minas, foi produtor do Itatiaia Patrulha e hoje é repórter policial e de cidades na Itatiaia. Também passou pelo caderno de política e economia do Jornal Estado de Minas.




