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Central de Hospitais de Minas aprova nova forma de contabilização de leitos de UTIs em BH

Professor Unaí Tupinambás, do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que é membro do Comitê de Enfrentamento a Covid-19 em Belo Horizonte, explica a nova fórmula de contabilização

Por Clever Ribeiro, 05/08/2020 às 20:35
atualizado em: 05/08/2020 às 23:45

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Foto: Amira Hissa/ PBH
Amira Hissa/ PBH

RESUMO

  • Central de Hospitais de Minas aprova nova forma de contabilização de leitos de UTIs em BH
  • Professor Unaí Tupinambás, do Departamento de Clínica Médica da UFMG, que é membro do Comitê de Enfrentamento a Covid-19 em Belo Horizonte, explica a nova fórmula de contabilização


Após anúncio da Prefeitura de Belo Horizonte, que muda a forma de contabilização dos leitos de UTI, que agora soma os leitos da rede pública com os leitos da rede particular, entidade ligada ao setor afirma que pode ajudar o executivo municipal na negociação com os hospitais e relata que também foi surpreendida com a divulgação da medida. 

O superintendente da Central de Hospitais de Minas, Wesley Marcos Nascimento, explica que a entidade foi surpreendida pelo fato da prefeitura não contabilizar os leitos particulares. 

“Para nós também foi uma surpresa. A gente não sabia que a prefeitura não computava os leitos da saúde suplementar. BH tem mais de 48% do público na saúde suplementar. Para nós também foi uma surpresa”, explica.

Ao ser questionado sobre o por que a prefeitura de Belo Horizonte teria decidido contabilizar os leitos da rede particular apenas agora, o superintendente diz que esse é o resultado de uma evolução do executivo. 

“ Foi um aprendizado. A prefeitura evoluiu no processo. Esse é um processo que está em constante evolução. Uma coisa que a gente fala hoje pode mudar amanhã”, afirmou.

O professor Unaí Tupinambás, do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que é membro do Comitê de Enfrentamento a Covid-19 em Belo Horizonte, explica a nova fórmula de contabilização. 

“Para facilitar as nossas contas na matemática, nós juntamos os dois leitos. Na verdade, é isso. Quase metade da população vai usar os leitos do SUS e a outra metade vai usar os leitos da saúde suplementar. Isso facilita nossas contas e nossas medidas de prevenção. Deveríamos ter feito isso anteriormente, mas encontrávamos dificuldade de logística”, explicou. 
 

Confira a entrevista completa no início da matéria. 
 

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