Processo contra suspeito de assassinar Charlie Kirk deve começar na próxima semana
A informação foi concedida durante coletiva de imprensa nesta sexta com os chefes do FBI, da polícia de Utah e do governador de Utah
O processo contra Tyler Robinson, de 22 anos, suspeito de matar Charlie Kirk, de 31, deve começar na próxima semana, segundo o Governador de Utah, Spencer Cox. Kirk foi morto com um tiro no pescoço em um evento na Utah Valley University, em Utah, nos Estados Unidos.
Isso porque, a partir da prisão de Tyler nesta sexta-feira (12), há um prazo de três dias para dar entrada nos documentos de acusação contra Robinson.
Morte de Charlie Kirk
Charlie Kirk, influenciador de 31 anos, era uma figura forte na juventude de direita dos EUA e morreu após ser atingido por um disparo no pescoço enquanto discursava em um evento na Utah Valley University, no oeste do país, na quarta-feira (10).
O assassinato de Kirk foi captado por vários vídeos que foram publicados nas redes sociais. Neles, Kirk aparece falando sob uma tenda diante de milhares de pessoas, quando se ouve o som de um único disparo. Na gravação, vê-se Kirk caindo de sua cadeira e escutam-se gritos de pânico entre o público.
Tyler Robinson, de 22 anos, é o principal suspeito de cometer o crime e foi preso nesta manhã. Ele morava no Condado de Washington com a família.
Quem entregou Robinson à polícia foi a própria família dele, que o denunciou nesta quinta (11), após ele ‘confessar ou insinuar’ ter cometido o delito. “Na noite de 11 de setembro, um familiar de Tyler Robinson entrou em contato com um amigo da família, que contatou o Gabinete do Xerife do Condado de Washington com informações de que Robinson havia confessado ou insinuado que havia cometido o incidente”, disse Spencer Cox, governador de Utah.
Kirk, segundo sua família, havia se tornado ‘mais político’ nos últimos anos e havia criticado o ativista pró-Trump aos familiares, dizendo que Kirk era ‘cheio de ódio’ e estava ‘espalhando ódio’.
Segundo o FBI, Robinson foi encontrado nesta sexta usando roupas iguais às das filmagens obtidas na região.
Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.
Jornalista há 15 anos, com experiência em impresso, online, rádio e assessoria de comunicação




