Em meio à insistência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em anexar o país à
O comunicado foi feito em uma coletiva de imprensa em Copenhague, ao lado da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, nesta terça-feira (13).
A reunião serviu como plataforma para uma dura crítica à “pressão completamente inaceitável” exercida pelos
“Estamos enfrentando uma crise geopolítica e, se tivermos que escolher entre os Estados Unidos e a Dinamarca agora, escolhemos a Dinamarca”, declarou Jens-Frederik Nielsen.
Durante a coletiva, Frederiksen afirmou que “há indícios de que a parte mais difícil ainda está por vir”.
Insistência de Trump
A Groenlândia tornou-se o centro das atenções devido à insistência de
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No último fim de semana, o republicano afirmou que o governo norte-americano assumiria o controle da ilha “de um jeito ou de outro”.
O desejo do presidente dos EUA já havia sido divulgado. Em dezembro do ano passado, ele disse que Washington precisa da Groenlândia para a segurança nacional.
A ilha possui uma localização estratégica, estando na rota mais curta da Europa para a América do Norte. Além disso, os recursos da Groenlândia poderiam beneficiar os Estados Unidos.
Resistência da Groenlândia
Por outro lado, o governo da Groenlândia afirma que o país não quer pertencer aos EUA. Na última segunda-feira (12), o primeiro-ministro afirmou que não aceita
“Há uma coisa que precisa ficar clara para todos: a Groenlândia não quer pertencer aos Estados Unidos. A Groenlândia não quer ser governada pelos Estados Unidos. A Groenlândia não quer fazer parte dos Estados Unidos”, disse Nielsen.