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Opositores de Nicolás Maduro na Venezuela denunciam que estão sendo vigiados

Refugiados na sede diplomática desde março, opositores denunciam vigilância constante, cortes de energia e restrições na entrega de suprimentos

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Opositores do presidente venezuelano Nicolás Maduro, que buscaram refúgio na embaixada da Argentina em Caracas, denunciam estar sob constante vigilância e enfrentando dificuldades impostas pelo governo.

Os dissidentes estão abrigados na sede diplomática desde março, quando tiveram mandados de prisão emitidos contra eles. As autoridades venezuelanas os acusam de supostamente participarem em planos para promover violência no país.

Denúncias de assédio e restrições

Nas últimas semanas, os opositores têm relatado uma série de problemas que afetam seu dia a dia na embaixada. Entre as principais queixas estão os frequentes cortes no abastecimento de eletricidade e a presença ostensiva de agentes de segurança nas imediações do prédio.

Segundo os refugiados, os policiais estão interferindo diretamente nas operações da embaixada. Todas as entregas de medicamentos e itens de higiene pessoal destinados aos opositores estão sendo minuciosamente revistadas e fotografadas antes de entrarem no local.

Vigilância intensificada

A situação parece ter se agravado nos últimos dias. Os opositores afirmam que agentes de segurança se instalaram em propriedades vizinhas à embaixada e estão utilizando drones para monitorá-los constantemente, aumentando a pressão sobre os refugiados.

A presença da bandeira brasileira na embaixada argentina é vista pelos opositores como um fator de proteção adicional. No entanto, a situação permanece tensa, com os dissidentes enfrentando um cenário de constante pressão e vigilância por parte das autoridades venezuelanas.

Esta matéria foi produzida com auxílio de Inteligência Artificial e finalizada por um jornalista da Itatiaia

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