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Nigéria diz que pode aceitar ajuda militar dos EUA desde que haja 'respeito'

O porta-voz do governo nigeriano disse que o país poderá aceitar a ajuda externa no combate a grupos extremistas desde que a soberania nacional seja respeitada

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Bola Tinubu, presidente da Nigéria.
Bola Tinubu, presidente da Nigéria.  • Ricardo Stuckert | PR.

O governo nigeriano anunciou, neste domingo (2), que aceitaria um eventual apoio militar dos Estados Unidos no combate a grupos extremistas islâmicos que atuam no país. O porta-voz da presidência, Daniel Bwala, afirmou, no entanto, que a interferência seria autorizada desde que a “integridade territorial” e a soberania nacional fossem respeitadas.

As declarações são uma resposta às ameaças de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. O republicano chegou a declarar que pediu ao Departamento de Defesa dos EUA uma ação “rápida” contra a Nigéria, após uma série de ataques contra cristãos.

A Nigéria tem mais de 200 milhões de habitantes e é dividida entre as regiões Norte, de maioria muçulmana, e Sul, predominantemente cristã. Há mais de 15 anos, o país enfrenta uma insurgência jihadista liderada por grupos extremistas como Boko Haram e o Estado Islâmico da África Ocidental.

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Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais, com passagem pela Rádio UFMG Educativa. Na Itatiaia, já foi produtora de programas da grade e repórter da Central de Trânsito Itatiaia Emive.