O ano de 2026 começa com crises internacionais não resolvidas e novas ameaças de conflito em várias regiões do mundo. Da América do Sul à Ásia, grandes potências econômicas e militares buscam ampliar sua influência por meio de confrontos e tensões estratégicas.
EUA x Venezuela
O
A Casa Branca acusa Maduro de liderar uma organização criminosa. Em mensagem de Ano Novo, o presidente venezuelano afirmou que 2026 será dedicado a fortalecer o desenvolvimento técnico e militar, apontando esses fatores como essenciais para “a proteção da pátria e a independência irreversível frente às ameaças e doutrinas imperiais”.
Estados Unidos: diplomacia e mediação de conflitos
O ex-presidente Donald Trump, atualmente de volta à Casa Branca, busca se apresentar como pacificador em conflitos internacionais, incluindo a
No caso da Ucrânia, Trump desenvolveu um plano com auxílio russo e buscou negociar com Kiev. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que o texto está 90% pronto, mas questões como a cessão de territórios e o futuro da usina nuclear de Zaporizhzhia ainda estão indefinidas. Moscou, por sua vez, mantém postura rígida e não demonstra disposição para ceder.
Em rede nacional, o presidente Vladimir Putin declarou estar pronto para “vencer a Ucrânia” e reforçou apoio às forças russas envolvidas na “operação militar especial”.
No Oriente Médio,
Tensões na Ásia: Taiwan e a China
Nos últimos dias de 2025, o governo dos EUA alertou para o risco de um ataque chinês a Taiwan até o fim de 2027. De acordo com documentos do Departamento de Defesa, Pequim já possui vantagem em terra, mar e ar.
O governo de Xi Jinping concluiu uma série de exercícios militares em torno de Taiwan, simulando um cerco à ilha com foguetes e tropas de marinha, aeronáutica e exército. Apesar disso, Trump afirmou não estar preocupado com os treinamentos, enquanto Xi destacou que a unificação da China é “imparável”.
* Informações com CNN