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Candidata ao Congresso nos EUA denuncia ter sido vítima de estupro

Bernadette Greene-Placentia relata que decidiu denunciar o caso duas semanas depois; adversário republicano, Abraham Hamadeh, afirmou que autoridades devem investigar caso

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A candidata democrata ao Congresso dos Estados Unidos, Bernadette Greene-Placentia
A candidata democrata ao Congresso dos Estados Unidos, Bernadette Greene-Placentia • Bernadette Greene-Placentia/Bernadette para o Congresso

Bernadette Greene-Placentia — candidata democrata ao Congresso dos Estados Unidos — denunciou ter sido vítima de estupro enquanto trabalhava na campanha no Arizona. O ataque aconteceu na madrugada de 14 de agosto deste ano, em um estacionamento de Sun City, cidade próxima a Phoenix.

A candidata relatou, em entrevista ao jornal local Phoenix New Times, que estava no local para fazer reparos em placas de campanha quando foi atacada. Ela disse ter perdido a consciência e acordado com um homem sobre seu corpo.

O caso foi comunicado ao escritório do xerife do condado de Maricopa, aproximadamente duas semans depois. O New York Times publicou uma matéria afirmando que a investigação sobre a ocorrência continua.

Greene-Placentia afirmou que, incialmente, preferiu não procurar as autoridades, indicando ter ficado envergonhada com o que havia acontecido. Mas, a democrata resolveu tornar o episódio público por considerar que a experiência poderia ajudá-la a defender outras vítimas de violência sexual.

A candidata disse que não procurou atendimento médico depois do episódio e não passou por um exame específico para vítimas de violência sexual. Ela também relatou ter poucas lembranças do ataque, afirmando que havia dois suspeitos, mas que não conseguiu observar claramente nenhum deles. Ao New York Times, ela os descreveu como homens brancos.

Adversário republicano pede investigação

O republicano Abraham Hamadeh, adversário de Greene-Placentia na eleição para o Congresso, afirmou que as autoridades devem investigar as acusações.

Em comunicado, ele pediu uma apuração detalhada, incluindo a identificação de imagens de segurança que tenham registrado o local ou o horário do ataque.

"Nenhum americano deveria se tornar vítima de um crime em sua própria comunidade", afirmou Hamadeh.

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Estudante de jornalismo pela PUC Minas, Júlia Melgaço trabalhou como repórter do caderno de Gerais no jornal Estado de Minas. Também já passou por veículos de rádio e televisão. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e Mundo.

 

 

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