Ataques israelenses ao Hezbollah no Líbano deixam 31 mortos

Os bombardeios foram simultâneos em Teerã e em Beirute, com centenas de aivões

Agentes da Defesa Civil libanesa inspecionam os danos no local de um ataque aéreo israelense que atingiu a vila de Houch el-Rafqa, no Vale do Bekaa, em 2 de março de 2026

Ao menos 31 pessoas morreram devido aos ataques israelenses no Líbano, informou o Ministério da Saúde libanês nesta segunda-feira (2). Os bombardeios deixaram 149 feridos.

Os ataques foram represálias aos disparos feitos pelo Hezbollah, movimento islamista pró-Irã, durante os conflitos entre os Estados Unidos, Israel e o país.

Os bombardeios foram simultâneos em Teerã e em Beirute, com centenas de aivões. O porta-voz militar israelense Effie Defrin disse que o Hezbollah pagaria caro por lançar “uma salva de mísseis e drones” contra Israel para vingar a morte do aiatolá Ali Khamenei.

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Posteriormente, o exército de Israel anunciou a morte do chefe dos serviços de inteligência do Hezbollah, Hussein Moukalled, e busca o líder Naim Qassem.

Esse foi o primeiro ataque do Hezbollah a Israel desde o cessar-fogo de novembro de 2024, que finalizou um ano de guerra entre as partes.

*Com AFP

Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

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