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Mansão que pertenceu a vítimas do Titanic está à venda nos EUA por valor milionário; fotos

Ela pertencia a Peter Widener, um dos investidores do Titanic, mas seria repassada por ele ao filho George, à nora e ao neto, que estavam na França

Localizada em Elkins Park, uma área da Pensilvânia, nos Estados Unidos, a mansão ‘Lynnewood Hall’ já foi avaliada em 256 milhões de dólares (R$ 1,3 milhão, na cotação atual), mas carrega uma história triste. Atualmente, ela está à venda por 11 milhões de dólares (R$ 59,3 milhões, na cotação atual).

Ela pertencia a Peter Widener, um dos investidores do Titanic, mas seria repassada por ele ao filho George, à nora e ao neto, que estavam na França. Eles tentaram viajar até o local no navio, mas apenas Eleanor, a nora, sobreviveu ao trágico naufrágio.

A mansão tem mais de 6.500 m², com 55 quartos, 20 banheiros, salão com escadaria, piscina coberta e até mesmo uma galeria de arte e um salão de baile com capacidade para mil pessoas. A propriedade tinha murais de um castelo europeu do século 16 e diversas obras de arte de vários artistas renomados.

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Peter, o dono da casa, morreu três anos após o naufrágio do Titanic, aos 81 anos. A mansão, então passou para o filho mais novo, Joseph, em 1915, mas ele acabou morrendo em 1943. De 1952 a 1992, a propriedade pertenceu ao locutor de rádio Reverendo Carl McIntire, mas acabou sendo hipotecada.

McIntire, pelas dificuldades financeiras, vendeu móveis finos e vários objetos históricos da residência, e deixou áreas danificadas. Em 1996, a mansão foi assumida pela Primeira Igreja Coreana de Nova York.

Atualmente, a casa é avaliada em apenas 2,56 milhões de dólares (R$ 13,8 milhões). Ela está à venda por 11 milhões (R$ 59,3 milhões), e os custos de restauração são estimados em 40 milhões de dólares (R$ 215 milhões).


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Jornalista formada pela PUC Minas. Mineira, apaixonada por esportes, música e entretenimento. Antes da Itatiaia, passou pelo portal R7, da Record.
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