Nos últimos dois anos, quase 170 pesquisas foram autorizadas em Unidades de Conservação (UCs) de Minas Gerais. Atualmente, há cerca de 335 pesquisas em andamento.
Os estudos podem servir para pautar planos de gestão e ambiental e detalhar como funciona o ecossistema de determinado local. As pesquisas abrangem áreas como botânica, ecologia, zoologia e geociências, incluindo espeleologia, geoarqueologia e geologia.
“Os dados gerados pelas pesquisas subsidiam políticas públicas e contribuem para uma gestão mais qualificada da conservação da biodiversidade”, afirmou a diretora de Unidades de Conservação do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Letícia Horta Vilas Boas.
Entre os grupos mais pesquisados estão plantas, insetos, anfíbios, aves e mamíferos de médio e grande porte. Além de ampliar o conhecimento científico, os estudos têm impacto direto na conservação da fauna e flora.
Essas pesquisas geraram duas descobertas recentes em Minas Gerais. A última foi a
O animal tem pequeno porte e apresenta diferenças morfológicas, acústicas e moleculares em relação a outros animais do mesmo gênero. Os machos medem entre 20,4 e 28,2 milímetros, e as fêmeas variam de 29,3 a 35,2 milímetros.
Neste mês, os pesquisadores também descobriram uma libélula batizada de