O JF Vôlei perdeu pela 12ª vez consecutiva na Superliga Masculina, nessa quinta-feira (22), no Ginásio Jornalista Antônio Marcos. A derrota por 3 sets a 0 para o Goiás foi marcada novamente por erros coletivos e individuais, conforme o técnico André Silva e também pelo reencontro com o ponteiro Batagim, o melhor da partida.
O JF Vôlei chegou a 11 sets perdidos consecutivamente e para o treinador da equipe, André Silva, o time ainda não conseguiu reduzir a quantidade de erros.
“A gente começa muito bem, constrói bem o início de set, mas não conseguimos concluir. Alguns erros técnicos, até as vezes individuais que pesam”, explicou.
Para André, a equipe ainda não consegue converter momentos de bom desempenho em vitórias na competição.
“Começamos construindo muito bem, colocando em prática o que construímos durante a semana. Mas perdemos a concentração mais uma vez, onde a gente vem pecando, não conseguimos transformar um bom início em vitórias.”, relatou.
O JF Vôlei enfrenta na próxima rodada o São José na Farma Conde Arena, em São José dos Campos (SP), no dia 1º de fevereiro, às 17h30.
JF Vôlei e Goiás se enfrentaram nessa quinta-feira (22)
Velhos conhecidos
A partida também marcou o reencontro de atletas, hoje no Goiás, que já atuaram no JF Vôlei. Em destaque, o ponteiro Batagim, eleito o melhor da partida, ele atuou pela equipe na temporada 2014/15.
O jogador contou sobre as emoções em rever velhos conhecidos, como os dirigentes Maurício Bara e Toledo, além do treinador André Silva.
“A gente para pensar, nós vamos ficando velho. Eu, o Victor Hugo (central) também jogou aqui. Tenho um carinho enorme pelo Bara(diretor da equipe), Toledo (dirigente), André (treinador). O André na época, eu até conversei com a esposa dele, o tanto que eles me ajudaram. Eu era um menino de 19 anos, então gente olha isso com um carinho que, Nossa Senhora!”, comentou à Itatiaia.
Batagim também reconheceu as dificuldades em manter uma equipe de alto rendimento e sobre a situação do JF Vôlei na Superliga. Além disso, o ponteiro rasgou elogios ao ginásio, em Juiz de Fora.
“Na época, não tinha esse ginásio. Quando eu venho num ginásio desses eu fico apaixonado, que estrutura! Eles tão passando por uma situação complicada. A Superliga é muito apertada, mas acontece, espero que o projeto continue, a cidade respira voleibol. Hoje mais velho, a gente entende um pouco o atrás, como é difícil manter um time de alto rendimento”
Por último, o jogador disse respeitar o projeto na cidade e elogiou a trajetória da equipe juiz-forana.
“Esses caras estão há anos, na minha época já tinha vários anos de Juiz de Fora. E até hoje estão ai, então eles estão de parabéns, a história deles é impressionante”, finalizou.
*Escrita por Michel Santos sob supervisão de Roberta Oliveira
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