A ginástica rítmica do Brasil teve um grande desempenho na etapa de Cluj-Napoca, na Romênia, da World Challenge Cup, um dos circuitos mais importantes da GR internacional e o último antes das
Estiverem presentes na competição diversas seleções consideradas fortes para os
Ginástica Rítmica do Brasil conquista prata na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica
Na série mista (três fitas e duas bolas), as brasileiras conquistaram a nota 34.100, a maior já recebida pela Seleção comandada pela técnica Camila Ferezin. Na série simples (cinco arcos), o Brasil teve 37.750. Em ambas, a equipe nacional foi a terceira da etapa de Cluj-Napoca.
A treinadora Camila analisou o desempenho do Brasil e explicou como a Seleção alcançou a segunda colocação na competição.
“O Brasil chegou. É isso. Nós chegamos, estamos aqui, dissemos a que viemos. Muitíssimo importante esta medalha de prata no geral. E devo dizer que tivemos duas falhas graves, uma em cada série. Nos cinco arcos, perdemos o valor de uma colaboração, porque não foi realizada uma passagem de atleta por dentro do arco. Perdemos 0,80 aí. No misto, uma bola caiu no chão, e fomos penalizadas em 0,50. Tivemos nota alta no geral porque fizemos ajustes. Elevamos o grau de dificuldade na série de arcos. Colocamos na cabeça que, nas Olimpíadas, todos os adversários vão acertar tudo. E aí o que decidirá será o nível de dificuldade”, afirmou Camila.
Neste domingo, serão realizadas as finais das séries. Camila também comentou sobre a oportunidade. “É mais uma chance para zerarmos as falhas. É fazer as séries sem erros, esse é o nosso objetivo”, disse.
Já no individual, Bárbara Domingos chegou à final nos quatro aparelhos. Na soma deles, que é o critério para definição das posições e das donas de medalhas olímpicas, a brasileira encerrou a fase classificatória em sexto lugar (133.100).
Na sexta-feira (12), a ginasta curitibana se classificou em quinto lugar, com uma nota de 33.400. No arco, teve 34.200, que garantiu a sétima posição. No segundo dia de disputas, neste sábado, ela manteve a sequência de bons resultados. Nas maças, ficou em sexto lugar (33.250) e, na fita, em sétimo (32.250).
A treinadora de Babi, Márcia Naves, analisou a performance da ginasta, com foco nas
“Ela já competiu com três boas séries e alguma falha num ou noutro aparelho. O nosso trabalho foi feito com mestria e competência. Nos Jogos Olímpicos, não basta ser especialista em um aparelho. A ginasta deve ser completa e estável nos quatro. É isso que trabalhamos e é isso que mostramos aqui.”
Com agência