Fortaleza admite receber menos por Caio Alexandre; Palmeiras negocia por volante
Marcelo Paz, CEO da SAF do Leão, havia dito que o valor para negociação seria de US$ 10 milhões, mas agora já fala em conversa por quantia menor

A negociação do Palmeiras para ter o volante Caio Alexandre em 2024 voltou a esquentar. Entre o clube paulista e o estafe do atleta há um acerto, com salário e tempo de contrato definidos, mas é preciso que o Alviverde converse com a direção do Fortaleza, clube de Caio em 2023 e que o está comprando do Vancouver Whitecaps FC, do Canadá, que joga a MLS, a liga de futebol dos Estados Unidos.
Em outubro, Marcelo Paz, CEO da SAF do Fortaleza, disse que o valor para se tirar Caio, de 24 anos, do Leão teria que girar na casa dos US$ 10 milhões (R$ 50 milhões). Mas nesta semana o dirigente admitiu que o valor é alto, e que citou a quantia porque não queria distrações antes da final da Copa Sul-Americana contra a LDU de Quito, no Equador.
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"Esse número é muito alto. Fui eu que falei esse número, falei de propósito, para dizer não venha mexer agora não que estou na final da Sul-Americana. Mas esse número é muito alto, é um número que não se paga nesse contexto", admitiu Paz em entrevista à Verdes Mares.
A negociação com o Vancouver
O valor que o Palmeiras precisa oferecer, portanto, é menor do que isso. O Fortaleza já fez dois pagamentos ao Vancouver para ficar em definitivo com Caio Alexandre, destaque do time na temporada. Ele está emprestado até o fim de dezembro, mas com opção de compra a partir de metas que foram batidas.
O Leão do Pici já pagou US$ 700 mil (R$ 3,4 milhões) dos US$ 2,5 milhões (R$ 12 milhões) que enviará aos canadenses em algumas parcelas por 50% dos direitos de Caio Alexandre. O restante continuará com o clube estrangeiro, para faturar em uma venda futura. Se o Palmeiras entrar no negócio, essas parcelas e esses prazos mudarão de cenário
Caio Alexandre foi revelado pelo Botafogo e, em 2021, vendido ao Vancouver. Caio não foi bem por lá, chegando a ir para o time B. Recentemente, o meio-campista disse que passou momentos difíceis no Canadá, por isso pretende continuar sua carreira no Brasil.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.
