O duelo também marcou a primeira partida do argentino no banco de reservas neste ano. No início de janeiro ele passou por uma cirurgia cardiovascular e foi liberado apenas para este jogo. E já mostrou irritação.
“Fizemos uma boa partida. Nos últimos 15 minutos, quando o Grêmio marcou, nos desesperamos. No primeiro tempo tivemos a bola, mas faltou definir as jogadas. No segundo tempo, rapidamente chutamos, chegou o gol. Depois, bola parada bem trabalhada e convertemos. Até o minuto 30, que chegou o gol deles”, disse.
Para ele, apesar dos erros do Fluminense nesta parte do confronto, o Grêmio teve méritos para conseguir descontar e colocar emoção na partida.
“Os gols não chegam somente por erros e defeitos, mas por virtude do rival. O Grêmio tem jogadores de hierarquia, um técnico de hierarquia. Tem jogadores que sentem o gol, como (Carlos) Vinicius, Edenilson, Tete, é normal que tenham oportunidades. Salvo os últimos 15 minutos, fizemos uma boa partida”, comentou.
Time ideal?
Questionado sobre a escalação da equipe contra o Grêmio, Zubeldía fez questão de ressaltar que todos os jogadores serão importantes ao decorrer da temporada.
“Sobre titulares e reservas, não faz sentido. O tempo dirá que tem mais minutos. Tivemos uma base nos três meses anteriores. A ideia é que, com o decorrer das partidas, os minutos mudem. Hoje é muito cedo para dizer quem são os onze titulares. Depois podemos ter variações de jogar com um meia atacante, ou com três volantes, como fizemos com o Flamengo. São alternativas que podemos usar, e creio que temos jogadores para fazer isso”, analisou.
O Fluminense encara o