Técnico do
“Erramos situações claras no primeiro tempo, algumas no segundo. Se me conformo com algo, é com a entrega, energia e atitude. Não é fácil jogar aqui. É um dos três estádios mais altos do mundo. Viajamos hoje durante para a Bolívia, três horas e meia de carro. Me conformo pela entrega (dos jogadores), com o resultado não. Poderíamos ter empatado ou vencido”, iniciou o treinador argentino após a derrota na Bolívia.
Alex Telles exalta luta do Botafogo em Potosí e projeta classificação na Libertadores Botafogo perde chances e é derrotado pelo Nacional Potosí na estreia da Libertadores
“A série está aberta. Ainda é preciso jogar 90 minutos. Em casa, a história obviamente será diferente. (...) Não estou feliz com o resultado. É a terceira vez que falo isso. Repito, saíram muitas coisas como esperávamos na partida, que teríamos que ser inteligentes, dominar a bola e contra-atacar rápido”, afirmou Anselmi, que já trabalhou no Equador.
“Sei o que é jogar na altitude, mas não em Potosí. Sei o que é ser mandante, e sei como é sofrido enfrentar times na altitude. É felicitar meus jogadores por estarem inteiros esse tempo todo e por terem criado oportunidades para poder fazer gol”, concluiu.
A derrota na Bolívia
Nos mais de 4 mil metros de altitude de Potosí, na Bolívia, o
Apesar de alguns momentos de pressão dos bolivianos, o time de Martín Anselmi teve boas chances, mas as desperdiçou com Matheus Martins e Montoro. Na volta do intervalo, com um minuto do segundo tempo, Baldomar fez o único gol da partida.
A situação do confronto
Com a derrota na Bolívia, o Botafogo precisará vencer por dois ou mais gols de diferença no Nilton Santos, no Rio de Janeiro, para avançar na Copa. Caso devolva o placar (1 a 0, 2 a 1...), a decisão irá para os pênaltis. Qualquer empate ou vitória serve ao Nacional Potosí.
Quem passar do confronto terá o vencedor do duelo entre Argentino Juniors-ARG e Barcelona de Guayaquil-EQU na próxima fase preliminar.