Goleiro do Cruzeiro, Rafael Cabral admitiu culpa em
“Acho que, desde quando cheguei, vivi momentos de críticas e momentos de elogios. E nunca me apeguei a isso. Quando me ovacionaram, eu era o mesmo… Quando me criticam, me vaiam, eu sou o mesmo. O que eu não quero é prejudicar a equipe. Se a minha presença prejudicar a equipe, eu vou ser o primeiro a pedir para sair”, respondeu Rafael Cabral.
“Estou aqui. Tenho minha carreira, quase 20 anos de profissional. Tenho minhas experiências. Estou para ajudar. Fui eu que quis estar aqui. Cheguei em um momento delicado do clube. Já recusei várias propostas e continuo aqui porque é um lugar que quero construir uma história. Mas é aquilo, eu assumo todas as críticas. Hoje, foi merecido (as vaias) durante o jogo. Assumo e vou continuar trabalhando”, finalizou.
Cabral teve papel determinante no vexame celeste. Após abrir 3 a 0 no placar ainda no primeiro tempo, o time comandado por Fernando Seabra teve a rede balançada por três na etapa final. No segundo gol do Alianza, marcado pelo atacante Batalla, o goleiro aceitou chute fraco e colaborou para que o clima do Mineirão ficasse ainda mais dramático.
Vaias
Ainda antes da partida, Cabral foi muito vaiado pela torcida do Cruzeiro, junto do zagueiro Neris e dos volantes Filipe Machado e Lucas Silva. O goleiro recebeu críticas ao ter o nome escrito no telão, durante a divulgação da escalação celeste. Após falhar no segundo gol do Alianza, os xingamentos aumentaram.
“Sinceramente, ninguém quer ser vaiado pela própria torcida, mas, ao mesmo tempo, tenho a autocrítica de reconhecer que não posso nunca tomar um gol que tomei hoje. Prejudiquei a equipe. A equipe vinha bem, construiu um resultado, tinha tudo para fazer uma vitória mais larga. Realmente, o segundo gol acabou prejudicando mentalmente toda a equipe e gerando no estádio um ambiente ainda pior”, avaliou o goleiro.
Após o duelo pela Sul-Americana, o Cruzeiro agora muda o foco para a estreia na