Em sua primeira coletiva na temporada, o treinador garantiu que a ambição do Vasco, mesmo com dificuldades financeiras e no mercado, tem que ser sempre brigar por coisas grandes ano após ano.
“O Vasco, pela grandeza, tem que pensar em ganhar em toda competição. Pensar e poder ganhar é diferente. Temos que pensar sempre. O mínimo que temos que ter aqui no Vasco é um desejo de ganhar a próxima partida e o campeonato que estamos disputando. Não é criar algo ilusionário. O Vasco é um time histórico e uma massa de torcedores que quer ganhar títulos. É difícil? É difícil, mas o desejo do Vasco tem que ser a premissa para ganhar um de estar aqui”, destacou.
Diniz acredita que os torneios de mata-mata podem ser mais acessíveis ao Cruzmaltino, até por questão de elenco. Por isso, ele confia na equipe na
“Espero que a gente consiga ir bem nas duas competições. A Sul-Americana vai ser uma das edições com times com mais tradição, isso é até um atrativo. A Copa do Brasil, desde que podemos contar com times da Libertadores, é muito difícil. Então temos que valorizar o que aconteceu no ano passado. Nunca entramos como favoritos, mas jogamos bem em todos os jogos desde o jogo contra o Botafogo. O Vasco nas Copas tem a postura que nós temos que ter em todas as competições”, sacramentou.
O treinador ainda fez uma autocrítica do próprio trabalho, em especial as decisões do torneio nacional. Para ele, o Cruzmaltino pode vir ainda mais forte depois do vice-campeonato.
“Nós jogamos bem os quatro jogos da sequência da Copa do Brasil, mas só ganhamos um. Nós vamos buscar essa consistência. O principal é ir aprendendo a ser grande como o Vasco é grande. O recorte são as quatro partidas finais da temporada. Nós tivemos adversários difíceis, nós entramos nos jogos sem ser favoritos e nós jogamos melhor nas quatro partidas. Esse time tem potencial para ser consistente”, disse.