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Pleno do STJD remarca julgamento de John Textor pela terceira vez

Proprietário da SAF do Botafogo será julgado pelas declarações dadas após a derrota para o Palmeiras, em novembro de 2023, pelo Campeonato Brasileiro

O julgamento de John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, será retomado pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta sexta-feira (26). O dirigente foi denunciado por conta das declarações dadas após o jogo contra o Palmeiras, pelo Brasileirão de 2023, e o caso já foi adiado por duas vezes. A sessão está prevista para às 12h (de Brasília).

O segundo adiamento aconteceu no dia 18 de abril, quando John Textor foi ao Tribunal e teve uma reunião com o Felipe Bevilacqua, vice-presidente do STJD, onde mostrou-se disposto a colaborar e enviar os indícios de provas de manipulação de resultados no futebol brasileiro.

John Textor também foi denunciado pelo Tribunal por não entregar as provas dentro do prazo estipulado a respeito das declarações sobre manipulação de resultados no futebol brasileiro. A sessão, que aconteceria nesta segunda (15), ainda não tem data definida.

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As denúncias feitas por John Textor nos últimos meses também o levaram a ser ouvido na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas (CPIMJAE), nesta segunda (22), em Brasília.

Veja o que o empresário norte-americano falou aos senadores, antes de entregar evidências em sessão secreta:

Relembre o caso

O empresário foi denunciado em três artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD): 243-F (“ofender alguém em sua honra”), 258-B (invadir local destinado à equipe de arbitragem ou local de partida) e 184 (quando o agente pratica duas ou mais infrações, acumulam-se as penas).

Em dezembro, a 5ª Comissão Disciplinar do STJD aplicou multa de R$ 25 mil e suspensão de 35 dias a John Textor, mas o Botafogo conseguiu efeito suspensivo.

Após a derrota para o Palmeiras, no Nilton Santos, Textor fez duras críticas à arbitragem e a CBF, pedindo a renúncia do presidente Ednaldo Rodrigues - relembre aqui.

Relator do processo, Maurício Neves foi o único auditor a explanar seu voto antes do pedido de vista, em sessão no dia 9 de abril, e pediu um aumento da punição ao dirigente: suspensão de 105 dias e multa de R$ 75 mil.


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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.
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