O Ministério Público de São Paulo (MPSP) confirmou, nesta quarta-feira (4), que analisa a
O presidente da associação e deputado estadual suplente por São Paulo, Agripino Magalhães Júnior, foi o responsável por acionar o órgão. Agripino afirma que o participante teria se apropriado de discursos homofóbicos durante uma discussão com Juliano Floss.
“As falas desqualificam e estigmatizam a orientação sexual ou identidade de gênero do participante”, disse o presidente da entidade. Nas redes sociais, Agripino destacou que, na avaliação dele, a conduta de Jonas pode configurar o crime de injúria racial.
Declarações homofóbicas
“Você é ridículo. Você não sabe falar, meu irmão. É tanta testosterona que treinou tanto, mas não malhou o cérebro. Sua criança do caralh*", soltou o namorado de Marina Sena. “Você não tem e nunca vai ter testosterona. Você tem o quê? Progesterona? Qual o hormônio que você tem? Vai lá, progesterona”, retrucou o ex de Mari Gonzalez.
Outro participante denunciado por homofobia
Segundo eliminado da edição,
Nas redes sociais, ele comentou o caso envolvendo Matheus e relembrou que a homofobia e transfobia, a partir de 2019, foi igualada aos crimes de racismo e injúria racial, através do Supremo Tribunal Federal.
“O preconceito por orientação sexual e identidade de gênero está agora sobre o crivo de criminalização federal, ou seja, é crime de injúria racial e inaceitável. Declarações LGBTQIAPN+fóbicas passam a se enquadrar como crime de injúria racial e a pena prevista no Código Penal Brasileiro é de 01 a 05 anos de prisão e multa”, completou Agripino.