A saída de
Em entrevista para a coluna Play, do jornal O Globo, Castelli destacou que o carinho recebido nas redes sociais e pessoalmente foi marcante em um período delicado. “Foi um carinho absurdo nas redes e nas ruas. Fazia tempo que eu não sentia isso. Pessoas vieram falar comigo não para tirar foto, mas para simplesmente falar: ‘Eu te amo, se cuida, estou torcendo por você'", contou.
Emocionado, ele avaliou sua participação de forma positiva. “Para mim, fui um vencedor já. Estou muito feliz em todos os sentidos. Fui muito bem cuidado pelo pessoal da Globo também”, disse o ator à jornalista Anna Luiza Santiago.
A despedida precoce do reality impediu o ator de viver experiências que ele aguardava com expectativa, especialmente as festas temáticas da casa. Henri revelou que havia feito pedidos específicos à produção. “A do Cowboy foi com músicas sertanejas. Eu tinha pedido uma igual à dele”, disse. Ele também destacou o apoio de artistas do gênero. “Leonardo me mandou várias mensagens. Zezé também. Gosto muito de sertanejo, e ser amigo deles é um privilégio”.
Além disso, Castelli contou que gostaria de ter participado de outras celebrações. “Também pedi festa de rock, por causa do figurino anos 1950. E uma dos anos 1980. Eu sou eclético”, afirmou.
Após os episódios de saúde no programa, surgiram comentários nas redes sociais associando as crises convulsivas a uma agressão sofrida pelo ator em 2020, durante um evento em Barra de São Miguel, em Alagoas, quando ele fraturou a mandíbula. Henri negou qualquer relação entre os dois casos e demonstrou incômodo com a repercussão.
“Não tem nada a ver. É muito ruim toda hora isso ser lembrado. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. É chato ficar relembrando essa história depois de seis anos porque as pessoas saem falando”, declarou. Ele reforçou o esclarecimento médico. “Em relação ao clínico, não tem nada a ver. Mas é bom que agora respondo uma só vez, talvez entendam”.
Sobre o processo judicial, o ator explicou que os agressores já foram condenados criminalmente e que a indenização na esfera cível está prestes a ser paga. “Os agressores foram condenados criminalmente. Faz algum tempo inclusive. Acho até que já cumpriram pena”, disse. Segundo ele, o valor já foi definido pela Justiça. “Foram condenados em segunda instância, e isso vai ser pago daqui a pouco. Está para estourar essa condenação, porque não tem mais recurso”.
Castelli detalhou que os responsáveis já indenizaram o Estado de Alagoas e agora precisam pagar a ele. “Tentaram baixar a pena, coisa que não vai acontecer, porque os valores já foram determinados pela juíza”, explicou. O montante será de R$ 55 mil. "É o valor determinado pela Justiça. Eles têm que me pagar este ano”.