“Tô passando aqui hoje só para dar uma atualização sobre o Henri. Vocês sabem que ele passou mal durante a Prova do Líder, teve uma crise convulsiva. Ele foi atendido, foi levado para o hospital, fez exames. Os exames não apresentaram nenhum problema, ele voltou aqui para a casa, mas logo na chegada passou mal de novo. Bom, o Henri voltou para o hospital e segue por lá em observação”, iniciou Tadeu.
“Ele está bem, está lúcido. Isso é o mais importante. Mas, como ele teve esse segundo episódio, a equipe médica decidiu que o Henri deve deixar o BBB. Uma pena mesmo. Claro que todos nós lamentamos muito. O Henri é um cara muito querido, estava muito a fim de viver o Big Brother, mas nessa hora o que mais importa é a saúde, evidentemente, né?”, acrescentou o apresentador.
Logo em seguida, Tadeu contou que Henri mandou uma mensagem para toda a casa. “Aliás, a gente falou agora a pouco com o Henri e ele pediu para dizer que foi um prazer conhecer todos vocês, mesmo que por pouco tempo. Ele está assistindo a gente agora! Podem mandar beijo que ele está assistindo. Ele disse que está torcendo por todos vocês e que lá na frente quer encontrar todo mundo fora da casa. Está combinado esse churrasco, então?”, questionou o apresentador, e todos os participantes acenaram de forma de positiva.
Henri foi desclassificado após sofrer convulsões
Henri Castelli foi desclassificado do BBB 26 nessa quarta-feira (14) após sofrer duas convulsões: a primeira
Enquanto ocorria a prova de resistência, Henri caiu na piscina de bolinhas e começou a convulsionar, deixando todos os participantes que estavam na disputa desesperados.
Logo depois, uma equipe médica entrou no local e o retirou em uma maca. O ator foi levado para um hospital, onde passou por exames, que não indicaram nenhum problema de saúde.
À tarde, Henri retornou à casa, conversou com brothers perto da piscina e sofreu uma nova convulsão. Por conta disso, ele foi retirado imediatamente do programa e encaminhado novamente à unidade de saúde, onde permaneceu em observação.
Prova de resistência pode ter contribuído
A
“Longos períodos sem alimentação podem levar à queda de glicose no sangue, e a desidratação pode causar desequilíbrios de eletrólitos, ambos fatores capazes de facilitar crises convulsivas. Além disso, segurar urina por muito tempo e não cuidar das necessidades básicas do corpo aumenta o estresse físico, o que também pode funcionar como um gatilho indireto”, destaca.
Além disso, o estresse emocional proporcionado por programas de confinamento pode desencadear a convulsão.
“O estresse emocional intenso, associado a privação de sono, ansiedade constante e pressão psicológica, pode sim atuar como fator desencadeante em pessoas suscetíveis, especialmente aquelas que já têm epilepsia ou histórico de crises. O estresse por si só não costuma causar convulsões em pessoas sem predisposição, mas pode ‘abrir a porta’ quando combinado com outros fatores, como cansaço extremo e má alimentação”, enfatiza o médico.