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Veja 5 dicas para proteger seus aplicativos bancários

Em geral, os dispositivos estão vulneráveis porque os usuários cometem alguns deslizes

Algumas atitudes podem ajudar a proteger apps financeiros

A chegada dos aplicativos bancários aos celulares tornou o dia a dia muito mais fácil. Só que, ao mesmo tempo, atraiu criminosos. Eles obtêm o dispositivo em furtos ou roubos e, em seguida, começam a fazer tentativas de realizar transações no aplicativo de banco instalado no aparelho. 

Muitas vezes, conseguem facilmente. Confira, a seguir, dicas que podem ajudar a proteger seus aplicativos financeiros.

1 – Não use data de aniversário como senha

Se o ladrão tiver os documentos da vítima, pode usar os dados de documentos pessoais para tentar desbloquear o aparelho ou acessar aplicativos. Outra opção é encontrar essas informações no próprio celular, em mensagens, SMS, e-mails, documentos e outros. 

2 – Não adote combinações fáceis

Um levantamento da Nordpass indica que a senha "123456" é a mais usada do mundo: só em 2020, mais de 2,5 milhões de pessoas tiveram dados expostos na internet por usar essa combinação. Outras sequências simples de números também aparecem entre as piores senhas.

3 – Não use o mesmo código em diferentes serviços

Assim que descobre uma senha, o golpista tenta usá-la em outros apps no celular da vítima. Isso inclui e-mail, aplicativos de banco, plataformas de compras e assim por diante.

4 – Não anote a senha do banco no celular

Com tantas senhas para lembrar, algumas vítimas deixam os códigos anotados no bloco de notas ou no e-mail. Dessa forma, podem ser facilmente descobertas por criminosos.

5 – Mantenha os sistemas atualizados

Os programas instalados no celular devem ser mantidos sempre atualizados para que garantir que vulnerabilidades já descobertas estejam corrigidas. Vale, então, habilitar a opção de atualização automática de apps.

É fundamental, então, evitar esses fatores. Defina senhas robustas, sem relação com seus dados pessoais, não use o mesmo código repetidamente, não as deixe anotadas em local de fácil acesso e garanta que as ferramentas instaladas no aparelho estejam sempre em sua versão mais recente.

Configuração de nova senha

Quando a senha não é fácil nem está anotada no próprio celular, é possível criar uma nova facilmente. Isso porque muitos bancos utilizam o e-mail informado pelo usuário em caso de necessidade de recuperação de senha. E é bem comum que esse e-mail esteja ali no próprio aparelho e já conectado. 

Os ladrões, então, têm acesso aos passos seguintes e entram no app legitimamente. E, se for preciso confirmar dados pessoais da vítima (como nome e CPF), eles procuram as informações em mensagens, SMS, e-mails, documentos e outros. 

Uma boa dica é anotar o IMEI do aparelho (um número único de identificação, como se fosse um CPF) e guardar em local seguro. Se o dispositivo for roubado, furtado ou perdido, vale entrar em contato com a operadora e pedir o bloqueio do celular. Assim, não vai ser possível fazer transações nele.

Para descobrir o IMEI, digite *#06# na área de ligações. A função serve para qualquer telefone. Sempre saia de casa com essa informação em local seguro, mas de fácil acesso, caso seja necessário agir com urgência.

Além disso, configure o app de banco para solicitar, além da senha, o número da agência e da conta. Isso dificulta o acesso indevido dos criminosos. Não mantenha fotos de documentos ou de cartões de crédito na galeria do telefone.

Ajuste as configurações para impedir que o controle do Wi-Fi e do 3G/4G seja acessado com o aparelho bloqueado — os criminosos desligam a internet para evitar a formatação remota do dispositivo. Defina o bloqueio de tela para alguns segundos após a última ação: quanto mais barreiras para o golpista, melhor para a segurança.

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