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Valor do botijão sobe quase 10% e variação chega a 40% na Grande BH; veja pesquisa

Pesquisa do Mercado Mineiro, realizada em 91 estabelecimentos, mostra alta no último ano também no cilindro de 45 kg e variação de quase 70%

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Botijão de gás tem alta • Marcello Casal/ Agência Brasil

O gás de cozinha ficou mais caro no último ano e ainda tem grandes diferenças de preço entre os pontos de venda. É o que aponta levantamento do Mercado Mineiro, divulgado nesta segunda-feira (20), com base em pesquisa realizada entre os dias 12 e 17 de abril em 91 estabelecimentos.

O botijão de 13 kg, mais comum nas casas, também apresenta diferenças importantes. Para retirada, os preços vão de R$ 100 a R$ 137, uma variação de 37%. Na entrega, os valores ficam entre R$ 120 e R$ 148, com diferença de 23,33%.

No caso do cilindro de 45 kg, usado por comércios e condomínios, a variação é a mais alta. Para retirada no local, os preços vão de R$ 400 a R$ 680 — uma diferença de 70%. Já na entrega em domicílio, os valores variam entre R$ 405 e R$ 680, com diferença de 67,9%.

Custo subiu

Além das variações entre estabelecimentos, o estudo aponta aumento nos preços em relação ao ano passado.

O botijão de 13 kg para retirada subiu 8,59%, passando de R$ 105,84 para R$ 114,93. Já na entrega, o aumento foi de 8%, com o preço médio saindo de R$ 119,79 para R$ 129,37 - quase R$ 10 a mais por unidade.

Os cilindros de 45 kg também ficaram mais caros. O valor médio para entrega subiu 3,58%, enquanto o preço para retirada aumentou 5,24%. Até o casco vazio do botijão teve leve alta de 0,63%, chegando a R$ 202,27.

Os consumidores podem acessar a lista completa de estabelecimentos e bairros pesquisados no site www.mercadomineiro.com.br ou acompanhar ofertas atualizadas pelo aplicativo comOferta.

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Formou-se em jornalismo pela PUC Minas e trabalhou como repórter do caderno de Gerais do jornal Estado de Minas. Na Itatiaia, cobre principalmente Cidades, Brasil e Mundo.