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Dividend yield: o que é e como usar nos seus investimentos

Entenda como funciona o indicador que mostra o potencial de renda de ações e fundos imobiliários e saiba como analisá-lo

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Dividend yield pdoe ser utilizado na análise de ações e fundos imobiliários
Dividend yield pdoe ser utilizado na análise de ações e fundos imobiliários • Freepik

Ganhar dinheiro de forma recorrente é um dos principais objetivos de quem investe pensando no longo prazo. Nesse cenário, o dividend yield surge como um dos indicadores mais observados por investidores que buscam renda passiva por meio de ações e fundos imobiliários.

Na prática, o indicador mostra quanto um ativo distribui em dividendos em relação ao seu preço de mercado. Mas, apesar de parecer simples, analisar apenas o percentual de retorno pode levar a decisões equivocadas.

Dessa forma, entender o que é dividend yield, como calculá-lo e quais fatores devem ser avaliados antes de investir fazem parte de uma estratégia para construir carteira mais equilibrada e sustentável ao longo do tempo.

O que é dividend yield e como ele funciona

É um indicador usado para mostrar o retorno em dividendos de um investimento em relação ao valor aplicado. Ele costuma ser utilizado na análise de ações e fundos imobiliários (FIIs).

Entenda o cálculo do dividend yield

Se uma cota de fundo imobiliário custa R$ 100 e distribui R$ 10 em dividendos ao longo de um ano, o dividend yield será de 10%. Portanto, a cada R$ 100 investidos, o investidor recebeu R$ 10 em rendimentos no período.

Na prática, o dividend yield funciona como uma espécie de “aluguel” do dinheiro investido. Quanto mais consistentes forem os pagamentos, maior tende a ser a previsibilidade da renda gerada pela carteira. No Super App do Inter, investidores podem acessar diferentes produtos de renda variável e acompanhar indicadores de mercado diretamente pelo aplicativo.

Quando o dividend yield é vantajoso

O que define se um dividend yield é atrativo depende do setor, do momento econômico e da estabilidade dos pagamentos. Em geral, rendimentos entre 7% e 8% ao ano costumam ser vistos como interessantes em fundos imobiliários mais maduros e estáveis. Por outro lado, dividend yields muito elevados podem representar um alerta porque o indicador pode subir artificialmente quando o preço do ativo cai de forma brusca.

O que considerar antes de investir em dividend yield

  • Histórico de pagamento de dividendos
  • Estabilidade dos rendimentos ao longo do tempo
  • Saúde financeira da empresa ou fundo
  • Variação do preço da ação ou da cota
  • Comparação com outros ativos do mesmo setor
  • Contexto econômico e taxa de juros

Diferença entre dividendos, dividend yield e proventos

Apesar de parecidos, esses termos possuem significados diferentes dentro do mercado financeiro.

  • Dividendos: parcelas do lucro distribuídas pelas empresas aos acionistas ou pelos fundos imobiliários aos cotistas
  • Dividend yield: indicador que mede o percentual de retorno desses dividendos em relação ao preço do ativo
  • Proventos: termo mais amplo que engloba todos os tipos de pagamentos feitos aos investidores, como dividendos, juros sobre capital próprio, rendimentos de FIIs e bonificações e direitos de subscrição

Entender essa diferença ajuda o investidor a interpretar melhor os relatórios e avaliar a consistência da geração de renda dos ativos.

Como usar o dividend yield no investimento?

O produto deve ser utilizado como parte de uma análise mais ampla, e não como único critério para investir. Algumas boas práticas incluem:

  • Avaliar a qualidade da empresa ou fundo
  • Priorizar consistência nos pagamentos
  • Diversificar a carteira
  • Reinvestir dividendos para potencializar os juros compostos
  • Considerar o prazo dos objetivos financeiros
  • Analisar risco e liquidez dos ativos

Investidores que buscam renda passiva costumam combinar ativos pagadores de dividendos com estratégias de longo prazo para aumentar o potencial de geração de patrimônio. Segundo especialistas, o ideal é encontrar investimentos que ofereçam equilíbrio entre rentabilidade, previsibilidade e sustentabilidade financeira ao longo do tempo. Acesse o blog do Inter e saiba mais informações sobre o assunto.

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Jornalista com 20 anos de experiência em produção de conteúdo e edição para diferentes formatos e públicos. Destaque para trabalhos em veículo de imprensa - jornal impresso e digital, além de instituições públicas e entidades privadas, com foco em comunicação corporativa e assessoria de imprensa. Na Itatiaia, Rafael Passos é freelancer e colabora com conteúdos de GEO.