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Valdir Barbosa: carne bovina com perspectiva somente de ligeiras quedas, por enquanto

No fim de semana o consumidor percebeu que alguns cortes bovinos estavam em promoção, porém os preços entre produtores e frigoríficos continuam altos dificultando o mercado varejista

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No mercado atacadista, onde se encontram os produtores e os frigoríficos, os preços da arroba continuam firmes • Governo de Rondônia/Divulgação

Amigas e amigos do Agro!

Soja, café e boi gordo fecham o mês de julho com as maiores altas de preços entre as mercadorias agrícolas. O consumidor já pode sentir ligeiras quedas em alguns cortes bovinos praticados nesse final de semana.

No mercado atacadista, onde se encontram os produtores e os frigoríficos, os preços da arroba continuam firmes e não se registrou queda nas regiões produtoras.

Somente na segunda quinzena de julho o boi registrou alta de R$ 16,70 no valor da arroba que fechou o mês valendo R$ 348,00 em São Paulo.

Goiás e Minas Gerais (Uberaba) fecharam em R$ 326,00, Mato Grosso do Sul encerrou julho em R$ 335,00, Mato Grosso com R4 325,00.

De acordo com o mercado futuro os contratos com vencimento em agosto fecham a R$ 349,50 e setembro a R$ 351,00. Para outubro e novembro, ligeiras quedas, se recuperando em novembro e dezembro.

Com o encerramento das exportações para a China e alguns produtores com gado pronto para sair dos confinamentos, há previsão de pequena queda de preços para o consumidor.

A principio, nada que venha fazer grandes movimentos no mercado varejista. Seria apenas uma tentativa de incentivar o consumidor a comprar carne bovina.

O café volta a alcançar bons preços no mercado internacional
chegando também ao Brasil. Mesmo com a safra brasileira sendo novo recorde, ainda há instabilidade entre os investidores estrangeiros quanto a oferta global diante das previsões climáticas negativas.

A soja, mesmo com preços inferiores a julho ano passado, vem se recuperando, o milho também apresenta melhores valores de mercado com boa expectativa a partir de setembro.

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Valdir Barbosa

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.

 

 

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