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Valdir Barbosa | Café tem alta global de 9% reflexo dos estoques reduzidos e tarifaço de Trump

Preços internacionais do café dependem diretamente do volume à disposição no mercado, além do previsto na colheita do ano que vem

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Queda também foi sentida na receita cambial, que somou US$ 1,175 bilhão • Imagem ilustrativa Pixabay

Amigas e amigos do Agro!

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O café entra o mês de outubro com alta global de 9%, reflexo dos estoques mundiais reduzidos e também das tarifas impostas por Donald Trump ao Brasil.

O relatório vem da Organização Internacional do Café (OIC), presidida pela mineira, Vanúsia Nogueira, de Três Pontas.

Por aqui, o consumidor já percebe aumento do café em pó nos supermercados.

A safra do ano que vem traz boa expectativa para os cafeicultores. Primeiro observando-se a florada que veio com bom volume e qualidade nas diversas regiões produtoras.

Agora, as chuvas começam a chegar e segundo as previsões vão aumentando o volume a partir deste sábado (11).

O Brasil segue garantindo bons embarques de carne bovina e café; com mais lentidão na soja porque a China se abasteceu comprando da Argentina.

O café encontra as mesmas barreiras de logística nos portos brasileiros, retardando as exportações, acumulando milhares de sacas em armazéns e pagando multas e taxas extras pelo esgotamento dos portos.

O boi gordo e seus pulinhos

No mercado físico, a carne bovina vai mantendo preços firmes com ligeiras variações para cima e o consumo melhora com a entrada dos salários. Mês que vem chega o décimo terceiro e os preços vão subindo com a proximidade do Natal e Réveillon.

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Produtor rural no município de Bambuí, em Minas Gerais, foi repórter esportivo por 18 anos na Itatiaia e, por 17 anos, atuou como Diretor de Comunicação e Gerente de Futebol no Cruzeiro Esporte Clube. Escreve diariamente sobre agronegócio e economia no campo.