Sem sucesso no pedido de prorrogação da CPMI do INSS, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), tenta uma última cartada e reduz o prazo para 25% do acréscimo pedido inicialmente.
O requerimento apresentado pelos parlamentares para avaliação do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), é de 120 dias. Viana já trabalhava com a hipótese de apenas 60 dias, isso porque senadores e deputados sabem que, quanto mais próximo do período eleitoral, menor a possibilidade de Alcolumbre aceitar o pedido.
Acordo
Por último, Viana reduziu mais uma vez a meta na tentativa de impedir que a CPMI seja encerrada no dia 26 de março, quando termina o prazo regimental. O senador tenta negociar uma nova data entre oposição e base governista — que está praticamente rompida com o parlamentar após a votação do requerimento de convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
STF
O senador chegou a ensaiar protocolar também um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar judicializar a prorrogação, mas a iniciativa não avançou.