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Macaé deve tomar posse como ministra dos Direitos Humanos nesta quarta (11)

Solenidade pública está prevista para a próxima semana

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Macaé Evaristo vai pagar pouco mais de R$ 10 mil - valor que será destinado à Fundação Estadual do Ministério Público
Ministra garantiu que o Governo Federal irá acompanhar o caso, dando suporte aos movimentos sociais • Divulgação

A nova ministra dos Direitos Humamos, Macaé Evaristo, deve tomar posse nesta quarta-feira (11), em uma breve cerimônia administrativa, em Brasilia. A solenidade pública está prevista para semana que vem.

A mineira foi noemada na última segunda-feira (9) e a publicação saiu em uma edição extra do Diário Oficial da União, poucas horas após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmar a escolha, que havia sido adiantada pela Itatiaia.

A deputada estadual assume o lugar do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, demitido após denúncias de assédio sexual contra mais de dez mulheres, dentre elas a ministra da Igualdade Racial Anielle Franco.

Macaé foi secretária de educação de Belo Horizonte e também de Minas Gerais. Mulher, negra e militante dos direitos humanos, ela se encaixou no perfil desenhado por Lula para a vaga. A escolha atende também a uma demanda de petistas mineiros por uma cadeira na Esplanada dos Ministérios.

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Edilene Lopes é jornalista, repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil. Na rádio, idealizou e conduziu o Podcast "Abrindo o Jogo", que entrevistou os principais nomes da política brasileira. Está entre os jornalistas que mais fizeram entrevistas exclusivas com presidentes da República nos últimos 10 anos, incluindo repetidas vezes Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro. Mestre em ciência política pela UFMG, e diplomada em jornalismo digital pelo Centro Tecnológico de Monterrey (México), está na Itatiaia desde 2006, onde também foi também apresentadora. Como repórter, registra no currículo grandes coberturas nacionais e internacionais, incluindo eventos de política, economia e territórios de guerra. Premiada, em 2016 foi eleita, pelo Troféu Mulher Imprensa, a melhor repórter de rádio do Brasil. Em 2025, venceu o Prêmio Jornalistas Negros +Admirados na categoria Rádio e Texto.

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