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Semear a esperança

A esperança que anunciamos é fidedigna, não é aquela que promete dinheiro e poder

Saúde e paz são os meus votos e as minhas preces para sua vida. Semear a esperança é um dever e um compromisso de quem professa a fé cristã.

Devemos ser sempre semeadores da esperança neste tempo tão marcado pela desesperança. O mundo parece com o medo, a indiferença e os distanciamentos. Na velocidade das redes digitais, circula muita desinformação. O mundo padece com o medo, a indiferença e os distanciamentos.

Na velocidade das redes digitais, circula muita desinformação e mensagens que geram abatimento. Precisamos ser resistentes aos males desse tempo semeando a esperança.

A esperança que anunciamos é fidedigna, não é aquela que promete dinheiro e poder. Ao contrário, a nossa esperança convida-nos a seguir adiante mesmo enfrentando dificuldades. Ela vem de Jesus Cristo, que venceu a cruz e superou a morte.

Cristo é a esperança de que nenhum mal é definitivo e de que a nossa salvação não vem do dinheiro ou do poder, vem da sincera abertura para seguir Jesus fazendo bem a cada pessoa, aos pobres, aos enfermos e aos vulneráveis.

Fazer o bem é também contribuir para que todos possam esperançar. Isto é, viver a esperança vencendo abatimentos e possibilitando a cada um encontrar sentido para sua própria vida.

Ser cristão e cristã é ser um semeador de esperança. Vamos com essa missão.

Um fraterno abraço com a materna intercessão de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais e copiosas bençãos de Deus.

O Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidiu a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e publica semanalmente aos sábados no Portal Itatiaia.
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