UFMG quer cinco imóveis incluídos no Propag para ampliar ensino, saúde e inclusão; veja lista
Proposta foi apresentada pela própria universidade em ofício enviado ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos no último dia 6 de julho

A Universidade Federal de Minas Gerais manifestou interesse ao governo federal em receber cinco imóveis do Estado que estão na lista de bens passíveis de transferência à União pelo Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados. Segundo documento obtido pelo Diário do Comércio, a instituição enviou um ofício ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em 6 de julho último apontando que alguns desses locais, como o Hospital Risoleta Tolentino Neves, já são utilizados para suas atividades e outros passariam a ser ocupados caso a federalização seja consolidada.
Acesse e confira detalhes sobre os imóveis que podem passar para o patrimônio da UFMG pelo Propag
Nova mistura de etanol deve ampliar investimentos e produção em Minas Gerais
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aumentou de 30% para 32% o percentual de etanol anidro misturado à gasolina. A mudança foi bem recebida pela indústria e representantes do setor sucroenergético em Minas, grande produtor de etanol do Brasil. Os aspectos positivos apontados são o fortalecimento da participação dos combustíveis renováveis na matriz energética nacional e o reforço na estratégia de diversificação das fontes de energia do País. A partir de 1º de agosto, todas as distribuidoras são obrigadas a adotar a nova medida.
Saiba como a nova mistura de etanol pode impulsionar investimentos em Minas
Volume de serviços em Minas registra queda de 1,7% em maio
Uma pesquisa desenvolvida pelo CTVacinas, em Belo Horizonte, e publicada na prestigiada revista Nature, promete revolucionar a produção de vacinas contra a malária ao mapear como os linfócitos T reagem ao parasita. O estudo, liderado pelas pesquisadoras Camila Barbosa, Luna de Lacerda e Caroline Junqueira, surge em um cenário onde o Brasil registrou 140.265 casos autóctones da doença em 2023, o que representou um aumento de 8,8% em relação ao ano anterior. A descoberta abre caminho para imunizantes com proteção mais ampla e duradoura, gerando forte impacto social e econômico para as populações mais vulneráveis.
Entenda como pesquisa mineira pode ajudar no desenvolvimento de vacinas contra a malária
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