Open-AI justifica anúncios no ChatGPT para usuários do Brasil: 'Teste para aprender'
Novidade foi implementa nessa terça (11) e afetou outros quatro países; planos pagos continuam sem exibição de anúncios

A OpenAI começou a exibir anúncios no plano gratuito do ChatGPT no Brasil. De acordo com a empresa, trata-se de um "teste para aprender, ouvir e garantir que a experiência seja a ideal". A novidade foi implementada nessa terça-feira (11).
Inicialmente, o projeto-piloto foi lançado nos Estados Unidos, em fevereiro. Depois, expandido para Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Nessa semana, também receberam a atualização Reino Unido, México, Japão e Coreia do Sul.
"Esses projetos-piloto nos ajudarão a entender o que funciona bem em diferentes regiões, para que possamos continuar aprimorando a experiência à medida que nos expandimos", explicou a empresa.
De acordo com a OpenAI, os anúncios não influenciam as respostas fornecidas pelo ChatGPT e as conversas continuam privadas, sem serem acessadas pelos anunciantes.
Como os anúncios serão exibidos no ChatGPT?
A OpenAI destacou que os anúncios serão identificados claramente como patrocinados e visualmente separados da resposta orgânica.
Não serão exibidas publicidades para contas de usuários menores de 18 anos ou perto de tópicos sensíveis ou regulamentos, como saúde, saúde mental ou política.
"À medida que expandimos nosso piloto, nossos princípios centrais permanecem os mesmos: as respostas do ChatGPT continuam independentes e imparciais, as conversas permanecem privadas e as pessoas mantêm um controle significativo sobre sua experiência", informou a empresa em comunicado.

Como não ver anúncios no ChatGPT?
De acordo com a empresa, o objetivo da exibição de anúncios é financiar o trabalho e ampliar o acesso à inteligência artificial com opções gratuitas e de baixo custo de maior qualidade.
"Se preferir não ver anúncios, você pode atualizar para nossos planos Plus ou Pro, ou optar por não ver anúncios no plano gratuito em troca de menos mensagens gratuitas diárias", explicou a Open AI.
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A gigante de tecnologia avaliou os primeiros testes como "animadores" e não identificou impacto nas métricas de confiança dos consumidores.
" As taxas de rejeição dos anúncios são baixas e observamos melhorias contínuas na relevância dos anúncios à medida que aprendemos com o feedback", analisou.
Repórter no portal da Itatiaia. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).



