Google vai aumentar preços de smartphones por escassez de chips
Nova linha é construída em torno do processador Tensor G6 do Google e do mais recente modelo Gemini Nano

O Google oficializou nesta quarta-feira (12) a nova geração de seus smartphones Pixel 11, que chega ao mercado dos Estados Unidos com um preço US$ 100 mais caro. A empresa justificou o aumento devido a uma "escassez sem precedentes" de chips de memória.
Os novos aparelhos terão preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começarão a ser vendidos a partir de 20 de agosto. Outras gigantes do setor também têm anunciado novos modelos, como a nova linha Galaxy S26 no Brasil.
A gigante da tecnologia já havia alertado no final do mês passado que uma alta sem precedentes nos custos de memória pressionaria os preços de seus mais recentes dispositivos.
A forte demanda dos data centers de Inteligência Artificial (IA) compete pela capacidade de produção de semicondutores, elevando os custos para os fabricantes de smartphones. Recentemente, a Apple também lançou um modelo, o iPhone 17e com preços no Brasil.
A nova linha é construída em torno do processador Tensor G6 do Google e do mais recente modelo Gemini Nano. A inovação em chips é uma área de foco constante da empresa, que já anunciou avanços em computação quântica.
Segundo a empresa, o chip também melhora a navegação na web em 25% e a abertura de aplicativos em 15%.
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