A Guarda Civil Municipal (GCM) de Belo Horizonte
Em entrevista à Itatiaia, o agente Modesto, que participou da ação, afirmou: “Se a guarnição demora um minuto, ela estaria morta, com certeza”. “Tivemos que usar força moderada para conduzir ele”, disse.
A vítima, de 26 anos, agradeceu o trabalho dos guardas: “Se não fossem eles, eu não sabia nem o que aconteceria”.
Enquanto a mulher era agredida no mato pelo marido, um homem de 33 anos, a equipe da
“A guarnição desembarcou e entrou no mato, onde encontramos ele segurando ela pelo pescoço. Ele falava o tempo todo em matar e suicidar, e ela em estado de pânico”, informou o agente Modesto.
Tentativa de feminicídio
A mulher — que não será identificada — relatou à Itatiaia que ela e o autor da tentativa de feminicídio são casados há três anos e moram no
Ela contou que o suspeito, que trabalha como motoboy, ia levá-la para o trabalho. No meio do caminho, ele mudou o trajeto e se direcionou para o lugar ermo.
“Ele me levou para trabalhar e me levou para o meio do mato. Falou que eu estava traindo ele, que eu estava mentindo e falou que ia me mostrar o que ia fazer”, disse.
A vítima descreveu o relacionamento que mantinha com o suspeito como “tranquilo” e afirmou se tratar da primeira vez que foi agredida. Ela é mãe de uma criança, fruto de outra relação.
“Tô assustada com a reação dele, o jeito dele. Nunca vi ele desse jeito. Sempre me tratou bem. Sempre fez de tudo para mim e para o meu filho”, relatou.
O suspeito foi preso e conduzido para a Delegacia de Plantão de Atendimento à Mulher.