Um ano após enfrentarem complicações da síndrome de HELLP, Regiane Santos e a filha Maria Flor retornaram à Maternidade Odete Valadares (MOV), em Belo Horizonte, para agradecer à equipe que salvou ambas.
A visita relembrou o esforço conjunto de profissionais que se mobilizaram para garantir um desfecho feliz a uma história que começou em estado crítico. A síndrome, causada por enzimas hepáticas elevadas e baixa contagem de plaquetas, é considerada rara.
Há um ano, Regiane Santos, vendedora autônoma de Mariana, deu entrada na unidade em estado grave. Grávida de 34 semanas, a situação dela e da bebê era muito delicada. A Maternidade Odete Valadares é referência estadual no atendimento a gestações e partos de alto risco.
No mesmo dia nasceu Maria Flor em um parto prematuro, pesando apenas 1,980 quilo e medindo 41 centímetros. Ela foi internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal e passou por todos os estágios de cuidado com acompanhamento rigoroso e constante.
Um ano depois, a família retornou ao lugar onde tudo começou para comemorar o primeiro aniversário da criança, marcado por muita gratidão.