A Polícia Civil de Minas Gerais informou, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (13), que Clara Maria Venâncio Rodrigues, de 21 anos, pode ter sido vítima de crime de necrofilia — ato sexual com cadáver —
Os delegados e Alessandra Wilke Alexandre Oliveira da Fonseca detalharam que um dos autores confessos, de 29 anos, era conhecido por ser nazista.
Uma testemunha relatou às autoridades que o suspeito afirmou, em uma ocasião, que tinha desejo de cometer um ato de necrofilia.
A PCMG aguarda o relatório da necropsia para verificar se houve o abuso sexual.
Além disso, outra motivação associada a esse autor é que ele foi repreendido por Clara após realizar um gesto nazista em um bar.
O suspeito, morador da Grande BH, é amigo do outro autor confesso, de 27 anos, que é o morador da casa onde aconteceu o crime brutal.
A Polícia investiga o caso e ainda não descarta outras possíveis motivações.
O caso
O
A investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) aponta que ela foi assassinada na noite de domingo (9) após sair do trabalho.
Três homens foram conduzidos pela suspeita do crime, e onze pessoas foram ouvidas no total.
Dos conduzidos, dois autores confessos, de 27 e 29 anos, seguem presos. O terceiro suspeito, de 34 anos, foi ouvido e liberado. Nenhum deles tinha passagem pela polícia.
A vítima é natural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e estava desaparecida desde o último domingo (9).