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PM encontra 155 barras de droga em imóvel de Venda Nova, em BH

O dono do imóvel foi preso mas alega que a droga pertencia a uma pessoa para quem ele emprestou a garagem

A Polícia Militar apreendeu 155 barras de maconha em Venda Nova

Um homem foi preso por tráfico de drogas após a Polícia Militar encontrar cerca de 155 barras de maconha em uma residência no bairro Piratininga, na região de Venda Nova, nesta quinta-feira (26). Após uma denúncia anônima, os militares chegaram à residência e abordaram o dono do imóvel, que estaria entrando na casa. Feita a abordagens, policiais adentraram o imóvel e se depararam com a droga em um dos quartos da residência.

O dono do imóvel negou o crime e esclareceu que estava emprestado a garagem da casa para um outro homem. “Eu saí de casa ontem, eram 8 horas da noite, e eu aluguei a minha vaga de garagem lá da minha casa, e voltei hoje. Minha garagem não tem tranca, se você puxar abre. Sou um cidadão honesto, trabalhador e pai de família”, afirmou à reportagem da Itatiaia.

O Sargento Souza, responsável pela abordagem, explicou que a Polícia Militar foi até o local depois que um morador denunciou uma movimentação suspeita na casa, com pessoas entrando e saindo e motos parando na rua durante a madrugada. O sargento explica que o dono do imóvel autorizou a entrada da polícia na residência e negou que a droga pertenceria a ele.

“Ele imediatamente autorizou a nossa entrada no imóvel e, assim que eu acessei a residência, eu já senti um forte odor de maconha. Na hora que eu abri a porta do segundo quarto, eu já vi o amontoado de barras, e estas barras estavam exalando um odor bem característico de maconha. Assim que ele viu que nós encontramos a droga ele nos passou que havia alugado a garagem dele e só sabia falar que era para um tal de Edmilson, que teria um Palio de cor azul, mas ele não sabia passar endereço e nem dados completos do cara”.

O advogado de defesa do suspeito, Henrique Pereira Santos, afirma que acredita que o homem foi vítima de uma manobra do tráfico de drogas.

“Não temos ciência de quem é o rapaz que alugou a garagem, de quem ele estaria supostamente guardando a droga. Nosso cliente nunca teve movimento com crime, nunca teve movimento com a criminalidade. É um réu primário e que, a primeiro momento, a defesa entende que ele não passa de uma massa de manobra do crime organizado.”