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Motorista de app volta a endereço após fim da viagem, invade casa e estupra vítima, diz polícia

Suspeito, de 42 anos, teria retornado ao local cerca de 40 minutos após deixar passageiro no destino; vítima dormia no momento em que foi abusada

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Imagem ilustrativa. • Reprodução | Pexels

Um motorista de aplicativo, de 42 anos, foi preso preventivamente nesta quarta-feira (02) suspeito de estuprar uma mulher que estava dormindo. Segundo a polícia, o crime aconteceu na casa da vítima, que foi invadida pelo homem. O suspeito conseguiu o endereço da mulher ao realizar uma corrida que partia daquele local. O caso foi registrado na cidade de Morro da Fumaça, no sul de Santa Catarina.

A investigação da Polícia Civil do estado aponta que o motorista havia sido acionado para buscar um passageiro na residência da vítima e levá-lo até um local determinado. Após deixar esse passageiro no destino proposto, no entanto, o homem teria retornado ao endereço de origem. A polícia indica que a volta ocorreu aproximadamente 40 minutos depois da busca pelo passageiro.

Já de volta ao endereço, o motorista teria então invadido a residência e cometido o estupro contra uma mulher que morava no local. Ainda segundo a PCSC, no momento do crime, a vítima estaria dormindo. A idade e identidade da mulher não foram divulgadas pelas autoridades.

O caso é investigado como estupro de vulnerável já que a mulher, por estar dormindo, não teria condições de oferecer resistência no momento do crime. Ainda segundo as investigações, o suspeito não conhecia previamente a vítima.

Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do motorista. O pedido foi analisado e deferido pelo Poder Judiciário. O homem foi localizado e preso nessa quarta-feira (02). Após os procedimentos legais, ele foi encaminhado ao Presídio de Criciúma, onde permanece à disposição da Justiça.

Ainda de acordo com a PCSC, a investigação continua para esclarecer as circunstâncias e motivações do crime. A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa, por si só, uma condenação. O investigado ainda terá direito à defesa e ao devido processo legal.

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Estudante de Jornalismo na PUC e apaixonada pela área, Gabriela Neves gosta de contar histórias empolgantes e desafiadoras. Na Itatiaia, cobre Minas Gerais, Brasil e mundo. Tem experiência em marketing pela Rock Content, cobertura de cidades pela Record Minas e assessoria política na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

 

 

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